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12 de março de 2013

Um remédio para doenças da pesada “Exercício”



    “Ficar sem se movimentar é um enorme risco. A cama mata”, afirma Rui Curi, diretor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), da Universidade de São Paulo. A frase é forte, mas não sem motivo – basta olhar a lista da Organização Mundial da Saúde (OMS) de problemas que mais enumeram vítimas para compreender sua seriedade. Isso porque no top 10 desse ranking encontram-se nada menos do que sete quadros possíveis de serem prevenidos ou ao menos controlados por meio da atividade física (veja abaixo). Mesmo assim, só 30% dos médicos americanos receitam movimentação constante em situações em que ela seria definitivamente benéfica. “O panorama no Brasil é semelhante”, lamenta Renato Nachbar, educador físico do ICB.

   Até por isso, a revista científica The Journal of Physiology publicou um comentário sobre a hipótese de o sedentarismo ser, por si só, encarado como uma doença. “O bom é que ele tem cura: doses regulares de exercício físico dão conta do recado”, comenta Michael Joyner, anestesiologista da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, e autor do artigo. “Se recomendarmos mais desse medicamento natural, prescreveremos menos drogas para contornar vários transtornos, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas”, arremata.
    Em 2011, o governo federal criou o Programa Academia da Saúde, que visa construir 4 mil polos para a prática de exercícios até 2014, além de já ter incorporado centros similares em vários estados. “Doentes crônicos que vão a esses locais podem diminuir a quantidade de medicamentos tomados”, ressalta Alexandre Padilha, ministro da Saúde. Nas academias do Rio de Janeiro, 83% dos frequentadores passaram a ingerir menos remédios e 7% nem precisaram mais deles.
  Já na iniciativa privada, a Companhia Athletica firmou uma parceria com o Hospital Samaritano, na capital paulista. A partir dela, indivíduos tratados nesse hospital com uma enfermidade em que suar a camisa acarrete benefícios ganham descontos e avaliações físicas e nutricionais nas unidades da rede de academias. “O médico recomenda especificidades para o educador físico e acompanha a evolução do paciente a todo momento”, informa Patrícia Lobato, consultora da Companhia Athletica. “Parcerias assim oferecem um treino supervisionado e direcionado às limitações de cada um”, completa Roberto Cury, cardiologista do Hospital Samaritano.
   Se o exercício é remédio, dosá-lo é primordial. Confira a seguir seus efeitos nas mais temidas doenças do mundo e saiba o que importa, em cada caso, para que ele seja um medicamento, e não um veneno.
As principais causas de morte
Motivo
Milhões de mortes/ano
1
Infarto *
7,25
2
AVC *
6,15
3
Infecções pulmonares *
3,46
4
DPOC *
3,28
5
Diarreia
2,46
6
Aids *
1,78
7
Câncer do trato respiratório *
1,39
8
Tuberculose
1,34
9
Diabete *
1,26
10
Acidentes de carro *
1,21

Fazer um esporte ajuda a tratar os problemas marcados com asterisco nesta lista perigosa. 
Fatores de risco que mais matam
1 Alta pressão arterial *
2 Tabagismo *
3 Hiperglicemia *
4 Inatividade física *
5 Sobrepeso e obesidade *
6 Altos índices de colesterol *
7 Sexo inseguro
8 Consumo de álcool *
9 Subnutrição infantil
10 Inalação interna de combustíveis sólidos
   O sedentarismo está em quarto lugar no ranking da OMS. Mas, se pensar bem, ele contra-ataca todos os itens com asterisco.

1º causador de mortes: Infarto
   Tanto é fundamental se mexer para escapar do líder do ranking da OMS que o Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, tem uma ala especialmente dedicada a deixar em forma indivíduos que já passaram por panes no peito. “Após o infarto, trabalhamos para recuperar a função cardíaca o mais rapidamente possível. Logo depois, iniciamos treinos que evitem novos eventos desse tipo”, explica a cardiologista Patricia Oliveira, da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício da instituição. No coração, a atividade física age em duas frentes. Primeiro, promove uma verdadeira faxina nas artérias, retirando de cena o LDL, aquele tipo de colesterol que financia a formação de placas nos vasos. Esses acúmulos gordurosos, se não domados, crescem até impedir totalmente o sangue de circular por lá. Ao mesmo tempo, a malhação colabora para manter as artérias jovens por um bom tempo (veja nos infográficos abaixo).
Recomendações Realizar atividades aeróbicas, como caminhada e ciclismo, cinco vezes na semana. E respeitar os sinais de cansaço.
2º maior causador de mortes: AVC
   Garantir artérias saudáveis com a ajuda da esteira ou da bicicleta não resguarda só o músculo cardíaco. Afinal, se um dos canos que irriga a massa cinzenta perde sua flexibilidade ou fica tapado por uma placa de gordura – consequências típicas do sedentarismo -, certos neurônios não recebem os nutrientes vindos do sangue. É o começo de um derrame. Então, começam a definhar. “A atividade física ainda promove uma vascularização cerebral, proporcionando novos vasinhos na região, o que incrementa o abastecimento sanguíneo”, destaca Ricardo Arida, neurofisiologista da Universidade Federal de São Paulo. E mesmo quem já sofreu com essa pane pode ao menos atenuar seus impactos no dia a dia se não ficar parado. “Em trabalhos recentes, observamos que o exercício, em animais, forma uma maior quantidade de células nervosas”, revela Arida. Em certas situações, isso ajudaria na recuperação da coordenação ou mesmo na da cognição.
Recomendações Modalidades aeróbicas auxiliam a prevenir a encrenca. Se exigirem reflexos e decisões rápidas, melhor ainda!
3º maior causador de mortes: Infecções pulmonares
   Uma parcela dos falecimentos por pneumonia acontece sem a chance de um tratamento. Porém, essa doença também vitima gente bem tratada e… acamada. “Sem movimentação, há um acúmulo de secreções no pulmão, um banquete para bactérias”, diz o pneumologista Elie Fiss, da Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. Logo, em qualquer doença, a pessoa deveria tentar se mexer. Os exercícios ainda deixam nossas defesas mais eficazes. “Mas, em excesso, abalam a imunidade, fazendo surgirem infecções”, avisa Tânia Curi, educadora física da Universidade Cruzeiro do Sul.
Recomendações Mover-se cinco vezes na semana. Evitar ambientes secos ou frios e não se esquecer da musculação.
4º maior causador de mortes: DPOC
Recomendações Fazer exercícios aeróbicos e de resistência ao menos duas vezes na semana, por meia hora apenas.
6º maior causador de mortes: Aids
   “Em 1996, houve uma revolução nos medicamentos contra o HIV. Hoje, o principal risco para o soropositivo não são as infecções, mas sim as doenças cardiovasculares”, estabelece Alex Antonio Florindo, educador físico da Universidade de São Paulo. Entre essas novas drogas figuram os inibidores de protease. “Essa classe de remédios, embora importante para barrar o vírus, interfere no metabolismo, elevando as taxas de colesterol e gordura e, portanto, a ameaça de um infarto”, explica o pesquisador Luís Fernando Deresz, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. E nem precisamos falar da capacidade dos exercícios de baixar esses índices.
Recomendações Os efeitos benéficos são mais observados se a atividade for regular – meia hora por dia, por exemplo. Deve-se ficar de olho na carga viral e no coração.
7º maior causador de mortes: Câncer do trato respiratório

   “Ainda não há estudos que atestem o exercício como forma direta de prevenção a esse tumor”, opina o pneumologista Gustavo Prado, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Mas, assim como em todos os tipos de câncer, o esporte é um aliado no tratamento, já que combate quatro complicações da doença: dor, fadiga, depressão e distúrbios do sono.

Recomendações Focar na flexibilidade e no treino de força para se blindar contra sintomas desse câncer.
9º maior causador de mortes: Diabete
   Para entender a importância de suar a camisa entre os diabéticos, um grupo da escola de Ciências da Atividade Física, da Universidade de São Paulo, estudou o efeito do esporte em ratos com uma dieta cheia de açúcar. “O grupo de animais que comeu dessa maneira sem treinamento físico ficou diabético em seis semanas”, relata a cientista Fabiana Sant’anna evangelista, autora do experimento. “Já os que se exercitaram, mesmo comendo mal, não desenvolveram a doença”, completa. Os mecanismos por trás dessa benesse não estão totalmente desvendados, mas já há pistas. “O treino impede que o tecido adiposo cresça, freando processos inflamatórios que interferem no trabalho da insulina”, aponta a pesquisadora. A resistência a esse hormônio é uma das principais chateações na vida de quem luta contra o diabete tipo 2.
Recomendações Os medicamentos devem ser dosados conforme o exercício. Consulte o médico.
 Importante: As informações fornecidas não são individualizadas, portanto, um nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar uma dieta. O artigo acima expressa a opinião do autor e pode NÃO refletir a opinião do site Peso Menor.

Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
Nutricionista Adulto e Pediátrico - 
Membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).
Edif. Millenium Saúde Center - 5˚ Andar, 502 - (48) 3438-0674

4 de março de 2013

Alimentos que são uma beleza para sua pele


    Descubra  o que colocar no cardápio para combater o envelhecimento precoce, segue abaixo alguns alimentos que ajudarão na beleza de sua pele, para isso separamos 7 alimentos.

Água

    Ela é um dos principais ingredientes para a saúde da pele. Ela mantém as células hidratadas e evita o aparecimento de rugas. Também ajuda a eliminar toxinas que podem favorecer o envelhecimento precoce. A recomendação é beber cerca de oito copos por dia.

Frutas vermelhas

    Assim como o morango e a romã, outras frutas como o mirtilo, a framboesa e a amora são ricos em antioxidantes e protegem a pele contra a ação dos radicais livres, moléculas que aceleram o envelhecimento. Inclua-os no café da manhã e no lanche da tarde.

Castanha-do-pará, frutos do mar e trigo integral

    Eles são ricos em selênio, que é um potente antioxidante e combate os radicais livres.

Leite

    O cálcio, presente nos laticínios, nas folhas verde-escuras e na sardinha, é outro mineral essencial para o bom funcionamento das células da pele. Isso porque ajuda a combater a flacidez e os sinais da idade.

Ovos e carnes

    Esses alimentos são ricos em proteínas, que previnem a perda muscular. Dois aminoácidos, a lisina e a prolina, pedaços diminutos das proteínas, são fundamentais para a produção de colágeno e evitam a flacidez.

Frutas cítricas

    Os alimentos ricos em vitamina C, como a laranja e o kiwi, são uma beleza para a pele porque combatem os radicais livres. Principalmente se abusarmos dos banhos de sol, há maior produção dessas moléculas no corpo e, por isso, vale se esbaldar com essas frutas.

Vegetais de folhas verde-escuras

    Assim como o iogurte, vegetais como o espinafre ainda possuem vitaminas do complexo B, que ajudam a controlar a oleosidade e equilibram os hormônios. Uma boa pedida para qualquer manter a pele sempre jovem. corpo e, por isso, vale se esbaldar com essas frutas.
Importante: As informações fornecidas não são individualizadas, portanto, um nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar uma dieta. O artigo acima expressa a opinião do autor e pode NÃO refletir a opinião do site Peso Menor.


Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
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Membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).
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21 de fevereiro de 2013

Maracujá e seus benefícios que vão além da ação tranquilizante





100% aproveitável 
E não é só a polpa que merece atenção. Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra que a casca do maracujá evita os picos de insulina, muito perigosos para os diabéticos, combate o mau colesterol e ainda ajuda a emagrecer. Nas sementes, por sua vez, pode ser encontrado um óleo com boa quantidade de ácidos graxos, muito apropriado para uso na cozinha ou até em cosméticos, graças à sua ação emoliente e antioxidante. E as folhas do maracujazeiro oferecem igualmente benefícios. Nelas fica a maior parte dos ativos por trás da ação tranquilizante.

Os cientistas já perceberam que essa planta guarda muitas outras surpresas. A aposta nela é tão grande que foi criada uma associação de pesquisadores para desvendar seus segredos. “Ela é composta de 27 instituições brasileiras de renome, como a Universidade de São Paulo e a Universidade de Brasília, além de duas internacionais”, conta a pesquisadora Ana Maria Costa, da Embrapa Cerrados, que coordena a rede. “Uma das metas é estudar as variedades de espécies nativas, estimadas em cerca de 200″, ela explica. Tanto empenho tem valido a pena. A equipe descobriu que algumas delas combatem o diabete, os problemas do coração, as enxaquecas, o estresse, a tensão pré-menstrual, os tremores e a obesidade, além de contribuírem para a regeneração celular. “Muitas não são conhecidas pelo público, por isso agora estamos trabalhando com o intuito de colocá-las no mercado, o que deve acontecer em breve”, diz Ana Maria.


Ele é mesmo calmante?
Sim. Ele contém alcaloides e flavonoides, substâncias que agem no sistema nervoso central e atuam como tranquilizantes, analgésicos e relaxantes musculares. “Por isso ajudam a combater a ansiedade, a depressão e os distúrbios do sono”, esclarece Paula Fernandes Castilho, especialista também em fitoterapia. “Mas não é indicado usar as folhas diretamente para fazer chá em casa, já que elas têm compostos tóxicos”, alerta Ana Maria Costa.


Importante: As informações fornecidas não são individualizadas, portanto, um nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar uma dieta. O artigo acima expressa a opinião do autor e pode NÃO refletir a opinião do site Peso Menor.

Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
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31 de janeiro de 2013

Veja quais são os benefícios à saúde e as diferenças entre os queijos


    Especialistas explicaram valores nutricionais de cada tipo de queijo.Provolone é o que tem mais cálcio e gorgonzola é o mais gorduroso.
    Comer queijo é sempre uma delícia e existem diversas opções no mercado, com sabores e valores nutricionais diferentes. O queijo é um alimento que pode ser consumido em qualquer hora do dia, em qualquer prato.
    Confira o  ranking dos queijos e veja quais os benefícios para a saúde de cada um e as diferenças entre eles.
    O provolone, por exemplo, é o queijo com maior quantidade de cálcio.  Uma alimentação rica em cálcio é extremamente importante para fortalecer a estrutura óssea de corpo e evitar a osteoporose. Além da genética, o crescimento e manutenção dos ossos também são influenciados pela dieta e estilo de vida, que correspondem de 30% a 40% da densidade óssea do organismo.
    
    A recomendação da Organização Mundial de Saúde é ingerir, no mínimo, um litro de leite por dia, o que equivale a 1000 mg de cálcio. Para adquirir essa quantidade em queijo, a pessoa pode ingerir 100g de provolone, que têm até mais de 1000mg de cálcio – ou consumir 100g de queijo minas mais 40g de queijo prato.
    Enquanto o leite é mais rico em cálcio do que o queijo, o queijo é muito mais rico em proteínas, principalmente o parmesão. Isso acontece porque, para cada quilo de queijo, são necessários muitos litros de leite – por exemplo, 1 kg de parmesão utiliza mais de 20 litros da bebida.
    Fora isso, a proteína do queijo é mais fácil de ser digerida do que a proteína do leite porque uma etapa da digestão já é feita no processo de coagulação do alimento. Os especialistas explicaram que, quanto mais maturado o queijo, mais rico em proteína; porém, ele tem também alto teor de gordura, por isso precisa ser consumido com moderação.
    Entre os queijos mais gordurosos, o campeão é a gorgonzola. Geralmente, a cor amarela significa maior quantidade de gordura, mas isso não é uma regra, como explicou o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues. Alguns tipos, como o prato e o cheddar, por exemplo, são feitos com corantes ricos em vitamina A.
    Da mesma maneira que ocorre com a proteína, quando mais maturado o queijo, maior o teor de gordura, porém menor a quantidade de lactose. Entre os queijos mostrados no programa, o único com lactose é o queijo minas frescal, como mostra o infográfico acima.
    A tradicional muçarela, mais usada pelas pessoas, é um queijo que cobre ou recheia os alimentos, basicamente. Porém, existem outros tipos que podem inovar nas refeições, como a gorgonzola e o parmesão, por exemplo, que podem ser adicionados como um tempero para o macarrão e também para a salada porque substituem o sal.

Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
Nutricionista Adulto e Pediátrico - 
Membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).
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24 de janeiro de 2013

7 dicas infalíveis para perder peso definitivamente


     Emagrecer, como bem sabem os que vivem de dieta, não é tão difícil. O problema é não voltar a engordar. Não à toa, essa turma às voltas com a balança vive de… dieta! Mas será que é possível mesmo emagrecer para sempre? É, sim, garante uma das maiores pesquisas sobre o assunto, apresentada no encontro da Associação Americana de Nutrição, Atividade Física e Metabolismo, em Colorado Springs, nos Estados Unidos.
1. Adote uma dieta saudável
“Parece óbvio, mas, quando você corrige os hábitos alimentares, fornece também os nutrientes adequados para acelerar o metabolismo. Lembre-se: só uma pessoa bem nutrida consegue emagrecer e manter o peso.” O cardápio ideal contém: alimentos energéticos (de cinco a nove porções de massas, pães e cereais — de preferência integrais — por dia); alimentos reguladores (de três a cinco frutas e quatro ou cinco porções de hortaliças); alimentos construtores (três porções de laticínios, uma ou duas de carne e ovos e uma de leguminosas). 

2. Faça mudanças no seu estilo de vida
“Além de comer direito, a atividade física é essencial. De novo, começar é fácil. O difícil é não desistir. Não existe mágica, mas, se o exercício for prazeroso e se você adotar uma rotina que possa pôr em prática pra valer, vai gostar muito mais da novidade.” Um exemplo: você começou a fazer vôlei, mas só consegue reunir a turma para jogar nos finais de semana. Em vez de desistir do esporte, já que não dá para praticá-lo com a frequência desejada, caminhe todos os dias e dedique-se às partidas aos sábados e/ou domingos.

3. Reduza a ingestão de calorias
“Calma, ninguém precisa viver de restrições alimentares severas. Basta cortar 100 calorias por dia, o que, cá entre nós, não é nenhum sacrifício.” Quer ver? Duas fatias de abacaxi, com 80 gramas cada, alcançam esse valor, assim como 2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado. Então, fique com uma única fatia da fruta e bote só uma colher do queijo na macarronada. Pronto: lá se vão as tais 100 calorias. Em uma semana, a economia é de 700 e, em 5 meses, 15 mil. Isso significa 2 quilos a menos. Sem passar fome nem vontade. E, se você se mexer, melhor ainda. Dance ou faça alongamento durante cerca de 20 minutos e outras 100 vão embora.

4. Anote todos os dias o que você comeu e quais exercícios praticou
“Quem anota o que entrou no cardápio todo santo dia tem mais clareza dos deslizes. E não estou me referindo só à quantidade, mas também à qualidade do que foi para o prato.” Ficar na saladinha, mas caprichar na maionese, é uma cilada da qual você só se dá conta depois que avalia o menu da semana inteira. Outra roubada é pular uma refeição achando que assim saiu ganhando. Só que, na seguinte, acaba passando dos limites. O diário alimentar ajuda a manter a autodisciplina.

5. Estabeleça metas possíveis de alcançar
Prazos reais. Repita essas palavras como um mantra. “É muito desestimulante estabelecer metas inviáveis ou perigosas. Quem põe na cabeça que vai emagrecer 5 quilos em uma semana não só ficará muito frustrado, porque não será bem-sucedido, como pode acabar com a saúde abalada.” Imponha-se uma perda de 600 gramas semanais, que é um resultado possível e, além de tudo, recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
6. Busque apoio na família e nos amigos
“O comprometimento é decisivo para o sucesso, porque a pessoa se esforça para cumprir o que planejou.” Contar com o apoio daqueles que só querem o seu bem é pra lá de positivo. Você não boicota a dieta e, na happy hour, os amigos dão a maior força quando substituir a porção de fritas por uma de berinjela cozida sem azeite. De novo, um blog contando seus progressos e trocando experiências com pessoas que também lutam com a balança vai ajudar — e muito.

7. Tenha sempre em mente suas reais motivações para emagrecer e os benefícios da perda de peso para a saúde
Além de melhorar a autoestima, atingir o peso desejado trará um monte de benefícios para a sua saúde. “Quando você emagrece, sua pressão fica sob controle e caem drasticamente os riscos de diabete, derrame e doença cardiovascular.” Sem contar que a perda de peso diminui o desgaste natural nas juntas, nas costas, nos quadris e nos joelhos.

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14 de janeiro de 2013

Um golaço contra hipertensão


    Embora já se saiba que se exercitar é fundamental para evitar e controlar a pressão alta, ainda não existem muitos estudos sobre quais modalidades seriam mais eficazes. No entanto, se depender de uma pesquisa da Universidade de Exeter, na Inglaterra, o futebol tem tudo para ser uma das principais armas do esquema tático contra a doença.

    No trabalho, voluntários hipertensos foram separados em dois grupos. Um batia bola duas vezes por semana, enquanto o outro recebia orientações de um médico, incluindo recomendações sobre malhação. Após três meses, os participantes foram avaliados. Aí, os pesquisadores descobriram que, nos adeptos do esporte bretão, houve queda dos níveis de pressão sanguínea, aumento do condicionamento físico e diminuição da gordura corporal. Ou seja, três gols de placa contra o mal silencioso.

    Além dos efeitos fisiológicos, os dribles e arrancadas ao longo dos 90 minutos de uma partida promovem benefícios emocionais. “Nossos resultados revelam que esportes em equipe têm um apelo que ajuda as pessoas a iniciar uma atividade física e não desistir dela”, diz Peter Krustrup, o líder do trabalho. E espírito de grupo é o que não pode faltar no gramado. “A prática de um esporte como o futebol, juntamente com uma mudança nos hábitos alimentares, às vezes é o suficiente para tratar alguns casos de hipertensão”, reconhece o cardiologista Carlos Alberto Machado, que é diretor de promoção de saúde cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    Para a educadora física Claudia Forjaz, diretora do Departamento de Atividade Física da Sociedade Brasileira de Hipertensão, mexer-se é importante, porque auxilia a prevenir o problema e assumir suas rédeas quando ele já se instalou. “Estudos mostram diminuição da pressão arterial ao acumular 150 minutos de exercício semanais, ou seja, cinco dias por semana, com 30 minutos diários”, contabiliza Claudia. “E me refiro a atividades como subir uma escada ou andar até o ponto de ônibus.” Imagine, então, no gramado.
    Toda atividade física é bem-vinda para frear a subida da pressão, mas o placar de benesses do futebol impressiona. Por ser um exercício intervalado, uma partida permite que o jogador mantenha uma média de intensidade mais alta do que se estivesse fazendo um treinamento contínuo. “Essa modalidade é caracterizada por piques. Nenhum atleta fica correndo o tempo inteiro e cada posição em campo tem demandas específicas”, explica o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Em bom português, isso significa maior queima de calorias e gordura.
    Só que não basta alugar uma quadra e juntar os amigos. “O futebol é uma atividade de impacto e sobrecarrega as articulações”, avisa Marco de Castro Ferreira, médico do São Paulo Futebol Clube. Assim, antes de calçar as chuteiras, o conselho é passar por um checkup para averiguar se existem, além da hipertensão, outros problemas, cardiovasculares ou não. A avaliação física e pulmonar também deve constar dos exames. Tudo para não levar um cartão vermelho e parar num hospital.
    Agora, quem marca um gol contra nessa competição pró-saúde são aqueles amadores que só correm atrás da bola nos finais de semana. “Esse indivíduo está mais sujeito a se lesionar, porque não condiciona o corpo para a prática esportiva”, alerta Ferreira. O time que se exercita regularmente geralmente está em paz com a balança e tem músculos mais definidos, prontos para enfrentar os arranques e paradas bruscas de uma partida. Para Peter Krustrup, o ideal para os iniciantes é jogar duas vezes por semana, por uma hora. “Como o futebol é um esporte com jogadas intensas, estamos checando se treinos de 30 minutos também são eficazes”, conta. Por fim, os amantes da bola devem frequentar a academia pelo menos três vezes por semana para fortalecer a musculatura. Vai ser um golaço contra a pressão alta.
O auxílio da musculação e da esteira
    Frequentar a sala de ginástica complementa os benefícios do bate-bola

   Iniciantes Para os novatos na academia e nos campos, é importante fazer um checkup médico antes de suar no levantamento de pesos. Feito isso, que tal alongar e fortalecer bem o corpo antes de se exercitar? Começar a atividade aeróbica aos poucos, na esteira, é interessante, porque vai proporcionar perda de peso e melhora na capacidade respiratória.

    Veteranos Para quem já começou a bater bola, é aconselhável fazer alongamento dos grupos musculares anteriores das pernas e dar umas corridinhas para se aquecer antes de uma partida. Na academia, vale conversar com o instrutor sobre uma série de exercícios para os membros superiores. Afinal, coxas e afins ficam bem torneados na turma que calça chuteiras.
Estatísticas de campo
    O que chutes e cabeceios fazem pela saúde

    1 000 calorias É o que um atleta profissional chega a queimar em uma partida

    5 vezes mais risco de ter pressão alta É o que ocorre com os sedentários
   450 calorias É o que, em média, se gasta em uma hora de pelada
   10 mmHg É quanto cai a pressão dos hipertensos que jogam futebol, o dobro em relação a quem não pratica o esporte
   Importante: As informações fornecidas não são individualizadas, portanto, um nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar uma dieta. O artigo acima expressa a opinião do autor e pode NÃO refletir a opinião do site Peso Menor.
Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
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2 de janeiro de 2013

Exercícios de verão e gasto calórico


    Para eliminar peso devemos queimar mais calorias do que consumimos diariamente, mas a maioria das pessoas tem dúvidas sobre o gasto calórico de cada atividade física. Quanto se gasta numa caminhada, jogando vôlei, pedalando ou mesmo jogando frescobol?
    O gasto calórico varia de uma pessoa para outra, dependendo do metabolismo de cada um (genética e biótipo físico), idade, sexo, tempo e intensidade de cada exercício. Sendo assim, o gasto calórico difere entre uma pessoa que pesa 50 kg e uma outra que pesa 90 kg, por exemplo.
    Para que tenha sucesso na eliminação de peso queimando calorias suficientes é essencial adotar uma dieta balanceada, de preferência orientada por um nutricionista, fazer a avaliação física com um profissional capacitado para verificar seu condicionamento físico e também avaliar a parte hormonal com um endocrinologista. O ideal é que estas avaliações sejam feitas em conjunto.
    Aproveitando o verão neste nosso país tropical nada melhor do que unir o útil ao agradável e praticar as atividades físicas ao ar livre, queimando calorias.
    Veja a tabela com o gasto calórico aproximado de algumas atividades. O cálculo é baseado numa pessoa de cerca de 60 kg e por um tempo estimado de 30 minutos.
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26 de dezembro de 2012

Algumas dicas de roupas para quem esta um pouco acima do peso


    Roupas para afinar a silhueta

  Elimine os pneuzinhos indesejados, literalmente, com estilo! Anote, a seguir, dicas e truques espertos para ficar linda (e mais magra!) sem sacrificar a moda
    Para esconder as gordurinhas indesejadas, vale qualquer coisa. E nem estamos falando em dietas, cirurgias plásticas ou longos tratamentos estéticos. Não, não: a coisa aqui é mais simples. Escolher as peças certas no guarda-roupas já tem um poder enorme de causar aquele bem-vindo efeito emagrecedor – pode acreditar. E isso não significa mergulhar num mundo de roupas pretas e sem graça, como muita gente pensa. É sim perfeitamente possível (e recomendado!) usar estampas, cores e listras, e isso sem medo de evidenciar o que você quer mesmo é disfarçar. Quer saber como? Se jogue nas dicas a seguir!

    Peças escuras sim, mas não se prenda a elas

    É parte do senso comum que os tons escuros são os mais recomendados para quem está acima do peso. E é verdade sim. Mas isso não é uma regra: você não precisa se vestir sempre de preto da cabeça aos pés.
    Uma dica legal para aproveitar os benefícios das cores escuras sem radicalismo é usar uma roupa preta como base, com peças de outras cores por cima. Além disso, dá para abusar de outras cores como marrom, cinza-escuro, verde-escuro, azul-marinho e roxo. Assim, seu visual fica mais diversificado.

    Comprimento ideal

    Peças compridas são ótimas aliadas para ajudar a esconder a gordurinha. Por quê? Elas alongam a silhueta. Uma dica infalível é investir em casacos com modelagem reta e comprimento na altura dos joelhos. Caem muito bem!

    Estampas: por que não?

   Outra coisa que muita gente proíbe para quem está querendo disfarçar os quilinhos extras é que estampas são proibidas. Está aí outro conselho totalmente “quebrável”: é sim errado fazer uma “mistureba” de cores e desenhos, mas estampas menores em peças com fundos escuros, além de darem um ar superfashion ao look, não destacam em nada os pneuzinhos.

    Tem um jeans ideal?

    Jeans, em geral, ficam legais em qualquer corpo. Mas, para as cheinhas, é legal optar por modelagens com lavagem escura, corte reto e, de preferência, barra comprida. Outra dica: a combinação jeans + salto alto é ótima para enxugar as medidas.

    Pernas de fora

    Saias e vestidos nos modelos evasê e cintura alta favorecem (e muito!) as suas medidas. Lembre-se disso: as pernas são sempre boas aliadas. Portanto, mostre-as.

    Cinturinha fina

   O queridinho das mulheres (e peça fundamental nos quarda-roupas femininos) é o vestido. E acredite: usando-o de forma ideal, ele pode ajudá-la a conseguir a cintura dos sonhos. O modelo de vestido traspassado, amarrado na lateral, é o mais indicado. E atenção: evite os tubinhos. Eles acabam achatando seu corpo.
    Outra regra fundamental para disfarçar a barriga é chamar a atenção para os ombros e decotes. Use e abuse das blusas com gola de formato V e elimine os cortes quadrados, que deixam o corpo sem graça. O corselete também é uma ótima dica. Ele ajuda a esculpir curvas, afinando a cintura.
    E as saias evasês são ideais! Elas têm corte em formato A e, por serem mais amplas na parte de baixo, disfarçam os quadris e ajustam a cintura.

    Listras

    Elas são, de fato, meio complicadinhas. Listras têm o poder tanto de emagrecer a silhueta quanto de acrescentar vários quilinhos a quem as usa. Por isso, tome todo o cuidado: a regra principal é usar apenas listras verticais (tanto as finas quanto as grossas), que dão a ilusão de silhueta alongada.

    Mangas, mangas, mangas

   Mangas médias e longas podem ser grandes aliadas, pois são ótimas para disfarçar braços mais gordinhos. Elas estiveram nos desfiles dos maiores estilistas durante as semanas de moda de inverno, e são apostas garantidas para a próxima estação. Aproveite para usar e abusar delas.

    Pescoços poderosos

    Uma opção charmosa e muito estilosa é abusar dos xales e echarpes. Além, é claro, de belos colares e acessórios modernos, que nunca fazem mal a ninguém! Eles chamam a atenção para o colo e desviam o foco da indesejada barriguinha.

Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
Nutricionista Adulto e Pediátrico - 
Membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).
Edif. Millenium Saúde Center - 5˚ Andar, 502 - (48) 3438-0674

18 de dezembro de 2012

Saiba o modelo certo de biquíni para o seu tipo de corpo!


Eu tenho… Barriguinha e pneuzinho

Aposte em:
- Calcinhas de laterais mais largas, que não marcam a parte do corpo que você quer justamente disfarçar!
- Partes de baixo mais altas, que fiquem um pouco abaixo do umbigo. Ter o cós em faixa ou dobrado também ajuda a disfarçar!
- Cores escuras, listras verticais e estampas miúdas.

Evite:
- Peças de número menor que o seu. Se não for do seu tamanho, o biquíni vai te apertar e pode criar volume até onde não existe! Fuja também de tirinhas muito finas, que apertam demais o corpo.

Eu tenho… Seios grandes
Aposte em:
- O importante aqui é dar sustentação aos seios: por isso, modelos meia-taça ou com bojo (sem enchimento!) são ideais.
- Prefira tops com alças largas, que também ajudam a sustentar os seios.
- Combine uma parte de cima mais discreta (de cor escura, por exemplo), com uma de baixo mais chamativa: isso desvia a atenção do volume dos seios!

Evite:
- Os modelos tomara que caia e cortininha. Como têm pouca sustentação, eles deixam os seios “escapando” e podem até te fazer pagar mico depois de um mergulho!

Eu tenho… Pouco peito

Aposte em:
- Tops com bojos, drapeados e torcidos e detalhes como laços, bordados e babados aumentam o volume da região.
- Aproveite para ousar nas cores e estampas na parte de cima: cores vivas e claras e desenhos grandes e coloridos criam a sensação de volume nos seios.
- Deixe o biquíni cortininha bem franzido para dar a impressão de mais volume. O tomara que caia torcido também ajuda nesse efeito!

Evite:
- Tops com alças largas e tomara que caias retos dão a impressão de seios ainda menores! Fuja!

Eu tenho… Quadril largo


Aposte em:
- O truque é procurar modelos com calcinhas mais largas ou com regulagem nas laterais, que não marcam.
- Aposte em cores escuras na calcinha e tops estampados, ou com detalhes como babados, que desviam a atenção para a parte de cima do corpo.
- Se quiser usar um modelo de amarrar do lado, dê um nó e deixe as pontas caídas: evite o lacinho, que aumenta o quadril.

Evite:
- Calcinhas muito pequenas: pela proporção visual, elas vão dar a impressão de que seu quadril é ainda maior!

Eu tenho… Pouco bumbum
Aposte em:
- Invista em calcinhas com babados, estampas grandes e coloridas (listras horizontais são ótimas!) e detalhes como laços, zíperes e bordados.
- Se estiver em forma, pode apostar nos lacinhos finos nas laterais, que dão mais volume à região.
- Calcinhas mais cavadas também dão a impressão de que o bumbum é maior!

Evite:
- Cores escuras e estampas miúdas na calcinha: assim como nas roupas, esses itens são bons para afinar e emagrecer – o que não é o objetivo no caso!

+ dicas:

Eu tenho… Flacidez: não tenha medo de investir nos maiôs! Super elegantes, eles são destaque nas passarelas e aparecem em modelos cada vez mais modernos. Ótimos para curtir a praia sem encanação.
Eu tenho… Cintura reta: biquínis com a lateral mais alta, formando um “V”, criam a ilusão de que o tronco é mais acinturado.
Eu tenho… Ombros estreitos: tops tipo frente única, com amarração e detalhes como estampas grandes e bordados dão a ilusão de volume nessa parte do corpo. Evite os tomara que caia.
Eu tenho… Ombros largos: prefira tops com alças largas e de destaque à parte de baixo: calcinhas com lacinhos nas laterais e de cores vivas equilibram a silhueta.

Por Dra. Danielle Z. da Rocha.
Nutricionista Adulto e Pediátrico - 
Membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).
Edif. Millenium Saúde Center - 5˚ Andar, 502 - (48) 3438-0674